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Não há estudos científicos que comprovem sentimentos entre bichos. O tema, porém, divide opiniões. “Os animais não se apaixonam, o que eles fazem é uma seleção de características em busca da reprodução e da proteção da prole”, diz o etólogo – estudioso do comportamento animal - José Sabino, da Uniderp. Por outro lado, a antropóloga Helen Fisher, em seu livro Por Que Amamos, diz existir uma química na atração animal que seria precursora do amor romântico humano. Segundo ela, os mamíferos - entre eles, o homem - e as aves possuem dois estimulantes naturais do cérebro, a dopamina e a norepinefrina, que desempenham papel essencial na excitação sexual. Pode não ser paixão, mas uma coisa é fato: eles têm preferências e usam diversas artimanhas para conquistar o parceiro e afastar concorrentes sexuais.
Quem adapta o nome de filmes gringos para o mercado brasileiro é o departamento de marketing das distribuidoras. A primeira opção é a tradução literal. Por causa das expressões típicas de cada língua, porém, às vezes essa não é a melhor saída. Quando não rola traduzir ao pé da letra, o pessoal do marketing lê a sinopse, revê o trailer e, quando dá, assiste ao filme antes da estreia. O título deve se adequar ao gênero - comédia, drama etc. - e ao público-alvo do filme. Depois de bolar vários títulos, alguns são apresentados ao departamento comercial e à diretoria, que aprovam ou fazem sugestões "da pesada".